sábado, 21 de maio de 2011

Perguntas e respostas para um universitário confuso em ritmo de música




1. Como foi que a universidade entrou na sua vida?
R: “Tudo começou a um tempo atrás, na ilha do sol, o destino te mandou de volta para o meu cais” (Netinho), que se não fosse esse poderia ser qualquer outro desde que fosse que seu coração mandasse.

2. O que foi que o estimulou a estar aqui?
R: “É o amor que mexe com a minha cabeça e me deixa assim, que faz eu pensar em você e esquecer de mim” (Zezé di Camargo e Luciano), e esse mesmo amor que depois notamos já se transportou e contagiou outras pessoas e continua a embalar sonhos e desejos de estarem onde outros estão.

3. Qual foi a sua impressão ao escolher o curso de letras?
R: “Os sonhos mais lindos sonhei” (Elis Regina), pois é, na verdade, independente do curso, no início tudo são sonhos e os mais lindos possíveis, depois nos deparamos com a realidade e vemos que ela é tão REAL que às vezes pensamos em desistir, mas aí entra a força de vontade de conseguir e superamos esses obstáculos.

4. Como você vê a indisciplina na sala de aula?
R: “Eu vejo a vida melhor no futuro, eu vejo isso em cima de um muro” (Lulu Santos), ainda bem que na UEFS não há muros, só paredes, o que talvez nos impeça de enxergar não só a indisciplina como outros problemas.

5. Quando você vê a indisciplina o que você diz?
R: “Começar de novo e contar contigo, vai valer a pena ter sobrevivido” (Ivan Lins), sempre é bom ter um apoio não é? Pois é, quando fazemos as coisas corretas sempre vai ter alguém em quem podemos contar para nos ajudar, e isso é de suma importância para a nossa vida, seja ela a acadêmica, ou a pessoal.

6. O que você faz se um aluno (a), insistir na indisciplina?
R: “Por favor... Pare agora! (Vanderléa), pena que muitas vezes isso não funciona, o falar, é necessário atitudes mais drásticas que podem acarretar um fardo muito grande pra se carregar, mas deve se estar preparado para isso, pois nem sempre conseguimos as coisas através do diálogo.

7. Qual a mensagem que você gosta de transmitir aos seus colegas?      
R: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã” (Legião Urbana), amor, sentimento tão nobre e tão desconhecido, talvez por causa das suas [sendo linguista] variáveis e variantes formas: compaixão, amizade, gentileza, humildade, sinceridade, alegria, alegria, alegria, de viver e de ser o que se é, sem medo de ser como sempre foi para o todo sempre, desejando um único sentimento: o AMOR ao próximo como a si mesmo.

8. O que você diz quando é homenageado (a)?
R: “Quando eu estou aqui, eu vivo este momento lindo” (Roberto Carlos), todos nós gostamos de homenagens não é, e quando isso surge ou resulta de pessoas e projetos, ou pelo que fizemos. E termos nosso trabalho reconhecido é maravilhoso, dá um ânimo, um gás a mais para continuar trabalhando em prol de uma obra maior: ser melhor cada dia, não pra ser homenageado outra vez, mas por que isso é o que nos é cobrado e é necessário, superar-se todo dia.

9. Como os planejamentos, projetos de vida e de estudos na vida e na universidade são elaborados?
R: “Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo” (Toquinho), é necessário, o astro-rei nos dá energia para continuar tentando, como dito acima, ser melhor a cada dia, e se assim não for, haverá um dia em que nem sequer ele, o Sol, poderá nos iluminar, mesmo com toda a sua imensidão.

10. Quando os alunos (as) perdem o interesse pela aula, como você se sente?
R: “Caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento, o sol que arde em Dezembro eu vou” (Caetano Veloso), pois é, às vezes, a sensação que a gente tem é essa mesmo, de estar caminhando contra o vento, ele está nos carregando, levando todas as nossas forças, mas não podemos desistir, lembrem-se sem lenço, sem documento, mas em Dezembro com aquele Solzão de Verão, pense em uma praia, ou piscina e relaxe, saia, vá se divertir, vá se reciclar, vá aprender outras coisas, vá se arregimentar de boas energias e conhecimentos, e prove aos seus alunos quando voltar que nem um vendaval vai derrubá-lo (a), e bola pra frente, você é mais que isso.

11. Quando eles (as) chegam com tanta pressa, todos zangados (as), cheio de problemas pessoais, o que você faz?
R: “Senta aqui, não tenha tanta pressa, senta aqui” (Fábio Junior), nada melhor do que aquela conversinha ao pé do ouvido não é? Pena que isso hoje seja quase impossível devido à correria do dia a dia, mas tente, se você conseguir ao menos resolver o problema de uma pessoa vai ver que terá valido a pena, não precisa muito não, só um pouquinho de paciência e tempo pra escutar, e verá que só isso fará um bem enorme, tanto a quem fala, como a quem escuta. O diálogo é sempre a melhor maneira de se resolver os problemas.

12. Nos momentos livres, de lazer, o que você gosta de fazer?
R: “Nada melhor do que não fazer nada, só pra deitar e rolar com você” (Rita Lee), ou “Pensando bem, amanhã eu nem vou trabalhar” (Roberto Carlos), ta aí, essa é uma ótima coisa a fazer quando não se tem nada a fazer, exercitar o chamado “Ócio Criativo”, mas nesse caso não fazendo nada mesmo, tire um dia de Bicho-Preguiça, não faça nada a não ser comer, dormir, namorar, e recuperar as energias para os próximos dias que virão.

13. Olhando sua vida como professor (a), ou estudante universitário (a), o que você me diz?
R: “Meu bem- querer, é segredo, é sagrado, tá sacramentado em meu coração” (Djavan), é mais que um bem-querer, pra quem gosta e optou por essa profissão, essa vida, é uma dádiva de Deus, só vivenciando, sentindo, sendo, vivendo pra poder explicar, é qualquer coisa perto de inatingível com prazeroso e oneroso com indescritível. É o máximo!!

14. Você passou direto, sem fazer prova final e com boas notas, o que você me diz?
R: “Adeus também foi feito pra se dizer Bye, Bye” (Guilherme Arantes), ou “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia” (Lulu Santos), pois é as coisas passam, mas o trabalho quando bem feito produz bons frutos, talvez seja essa a sensação ao final de mais um ano, ou semestre, o de que sempre podemos fazer e ser melhores do que somos.

15. Como você se sente ao receber uma proposta de mudança de emprego, ou de curso, por que você se decepcionou com o que você estava fazendo, a perspectiva de um novo ano, uma nova etapa?
R: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz” (Gonzaguinha), é a verdade mais verdadeira, viva a vida e aprenda tudo o quanto for possível e não pense no que os outros vão pensar em relação a você, só viva e dê o seu melhor, e lembre-se o mundo é seu, conquiste-o e nada mais será obstáculo.

Eliseu Ferreira da Silva

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