Por Rejane Aquino*
No olhar, o medo
Na pele, os guetos
Na postura, as indagações
Acaso ser mulher é tão simples?
um verso desconexo?
Complexo, intangível,
incalculável medo.
Medo do tudo, medo do nada,
medo, apenas porque somos:
definições através de curvas,
bocas que todos pedem silêncio,
corpo alimento,
fetiche escroto
de machos desvairados.
Não seria em vão tamanho tormento.
Seria?
Há maremotos nas emoções, intensidades imperfeitas
e eu sigo
cantando meus medos
de ser aquilo
que já sou,
apenas por ser
[mulher].
* Rejane Aquino é formada em Letras, professora e poeta.
ENCONTRE NO BLOG...
sexta-feira, 17 de março de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Marcadores
Inscrevo logo insisto
Literatura
Nossas Leituras
De Graduando(a) para Graduando(a)
Memória
Poesia
Educação
Revista Graduando
Crônica
Vida na universidade
História
poema
Notícia
Pesquisa
Conto
Equipe Graduando
Conselho Editorial
Língua Portuguesa
Linguística
Lançamentos da Graduando
Feira de Santana
Comissão editorial
Propaganda
Cinema
Apresentação
Convidado
Cordel
Eu vi...
Literatura estrangeira
Vídeo
Galeria Graduandos
Música
Normas para envio de trabalhos
Quem foi...
As mais visitadas postagens da Graduando
-
Por LILIAN MARIA* Uma me promete tudo: Tudo não me preenche. Outra não promete nada, E nada me convida a ser. Contemplo o silêncio, ...
-
Por Maria Rosane Vale Noronha Desidério* “A poesia começa nos fatos.” Esta foi a primeira frase do manifesto Pau-Brasil. Oswald de Andra...
-
Por Jaciene Andrade* Excelentíssimo Senhor Vice-Reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Professor Genival Corrêa de...
-
O artigo destaque desta semana é este: “Cultura na escola”, de autoria de Arabelle Nogueira Alves, Aurea Vandian Ramos, Carla Viviane Lima C...
-
Por Danilo Cerqueira* Eu vi um colegial lendo um artigo de um graduando Ele via e, meio que entendia, o que estava lendo Ele não entend...
Nenhum comentário:
Postar um comentário